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Feanor
FeanorSmall
Arquétipo Caçador
Afiliação Arcanos Maiores (líder)
Linha do Tempo 6000 (Arco I)

6002 (Arco II)

Raça Elfo
Sexo Masculino
Idade 250 anos
Status Vivo
Relativos Todos os arcanos maiores (subordinados)

Gwenhwyfar (mentora)

Feanor (pronúncia: Fee-uh-nur) é um personagem secundário do Arco II do cenário Grey Avalon do Dragon Fantasy Saga RPG. Ele também ocupa o cargo atual de oráculo dos Arcanos Maiores, embora tenha preferido abandonar esse título após se revelar para os heróis.

AparênciaEdit

Longos cabelos lisos e dourados, uma armadura escarlate, esverdeada e dourada que mistura pedras preciosas e ornamentos simbólicos de sua raça - essas são algumas das várias características que podem definir melhor a aparência de Feanor. Sua pele é sutilmente pálida e seus profundos olhos verdes emanam uma aura calma que acabam prendendo a atenção daqueles que entram em contato ocular direto com o elfo.

Ele também carrega consigo duas espadas que quase sempre ficam embainhadas em sua cintura, costumando brandir a mítica Glamdring em sua mão direita. Sua longa capa vermelha inclina-se até seus pés e geralmente arrasta-se pelo chão, dando um ar maior de imponência ao elfo.

PersonalidadeEdit

O elfo possui um forte senso de justiça ao mesmo tempo em que equilibra tal conceito com a neutralidade de ações e a necessidade de olhar as situações de um ponto de vista externo, para só então tomar uma decisão. Feanor preza muito a lealdade e honestidade entre as pessoas, e tende a considerar bons aliados aqueles que possuem objetivos bem determinados e que possuem algum ponto de bondade em si.

Ele não possui dificuldades em tomar decisões, por mais que elas sejam dolorosas - fruto este, da sua atuação como oráculo e a necessidade do zelo pelo destino do mundo.

HistóriaEdit

Feanor nasceu na majestosa e escondida cidade élfica de Vallon, vindo também de uma família tradicional de caçadores e guerreiros que protegiam as fronteiras da cidade. Sua infância e juventude foram comuns até certo ponto. Quando o seu chamado natural aconteceu, Feanor foi descrito pelo conselho de sábios da cidade como uma pessoa de extrema importância para o futuro: ele deveria sair da cidade e partir para o norte, onde encontraria uma grande escuridão que precisava ser vencida e libertada dos domínios de uma criatura vil. Além disso, os conselheiros da cidade deram como tarefa para o jovem Feanor, a libertação do druida Turgon.

A investida contra AshkoreEdit

Sem saber que os anciões haviam sido visitados pela deusa Gwenhwyfar  que havia citado o próprio Feanor para esse cargo, ele partiu, não imaginando que seria algo tão grande. Enquanto a jornada do elfo ia acontecendo, Ashkore surgia mais e mais vezes aterrorizando pessoas indefesas e aumentando sua fama. Eventualmente, Feanor evoluiu como pessoa, conseguiu mais equipamentos e ficou melhor treinado para enfrentar a tal "escuridão" que ele estava predestinado à encarar. Não só com isso, o elfo também conseguiu aliados para ajudá-lo (um zahari, um el'zel, um humano, um anão e um bestial) que não são citados os nomes ou maiores detalhes.

A missão acabou aproximando Feanor e seus aliados, que se tornaram amigos e foram até o covil de Ashkore, nas profundezas do pântano ao nordeste de Grey Avalon. Ao chegar lá, uma intensa luta foi travada, Feanor foi separado de seus amigos. mas, durante o confronto conseguiu pegar a mítica Glamdring, que repousava dentre os tesouros do dragão negro. Assim, com um poderoso golpe brilhante como a luz do sol, Ashkore foi morto pelo golpe do elfo. Com a morte do dragão, Feanor liberta Turgon que já estava muito fraco e incapaz de lutar, seguindo então para a superfície do pântano.

Uma nova ameaçaEdit

Após a derrota de Ashkore, Feanor volta para a superfície e encontra todos os seus aliados mortos, após serem confrontados por misteriosos assassinos possuídos por Dahakins. Isso não era tudo: os assassinos estavam sendo liderados por um homem chamado Shaytan. Envolvido pela fúria e vingança, Feanor confronta o homem e todos os seus esforços e tentativas de matá-lo eram em vão. Num momento de desespero, a deusa Gwenhwyfar então aparece perante ao elfo e diz à ele que seu destino estava completo, seu chamado era eliminar Ashkore e libertar Turgon. Dessa forma, a deusa concede à Feanor uma força extraordinária e inumana, permitindo que ele seja capaz de executar um golpe com sua espada e banir os dahakins e Shaytan para o centro da terra, por inúmeros anos que viriam. 

Após a sua vitória, banhado em uma nova aura de luz e poder, Feanor transcende por completo, ganhando o título de Oráculo e desaparecendo dos olhos humanos por séculos, onde viria a criar a organização dos arcanos maiores logo depois.

Arco IEdit

Feanor faz algumas poucas aparições durante o arco I, ainda oculto com o seu título de oráculo. Suas aparições geralmente circundam ordens aos seus arcanos e previsões de eventos que envolviam o destino dos heróis.

Arco IIEdit

Durante o Arco II, Feanor aparece como um personagem secundário de suporte que demora à aparecer diretamente para os heróis, entrando primeiro em contato com o druida Gamil, pedindo auxílio dele para recuperar de alguma forma os seus onze arcanos que foram corrompidos. Cético à primeira vista, Feanor (ainda como oráculo) aceita a decisão de seu velho amigo Gamil e então segue-os até as Terras Ermas, onde pretendia ajudá-los e guiá-los nessa jornada.

Após se revelar para o grupo durante os eventos da Catedral Fulgurante, Feanor explica a trama dos amuletos e dos campeões dracônicos, dizendo que esses artefatos seriam os alvos do Culto dos Condenados, pedindo ajuda então para os heróis na coleta dos mesmos.

A perseguição pelos amuletosEdit

Enquanto essa saga acontecia, Feanor permanece como uma figura enigmática, ainda sobre o título de Oráculo. Dessa forma, ele guia os heróis frente as suas decisões e orientações gerais para obterem os amuletos e como enfrentar os campeões dracônicos.

Quando o grupo adquire o último amuleto (o da dragoa Lyvox), um acidente ocorre na Sleipnir e todos acabam morrendo no processo, exceto o próprio Feanor. Com um pedido para a deusa Gwenhwyfar, os heróis são revividos e o elfo finalmente revela-se para o grupo e explica sobre seu passado, a trama dos cultistas e a ressurreição de Ashkore.

O confronto finalEdit

Feanor volta a confrontar Shaytan durante os eventos do Castelo Morkror, antes ajudando no combate contra Ashkore (embora não sendo o portador da Glamdring neste confronto). Quando ele e o grupo começam a ser eliminados um à um pelos novos poderes de Shaytan, o elfo começa a se desesperar e não saber exatamente como reagir ou que estratégias empregar. Dessa forma, Feanor morre em combate, junto de Lessien, Hilde, Bardus, Chrome e Sorin.

Entretanto, com a manipulação do tempo usada por Galtel Quisling na sala do Portal de Morkror, um Feanor de outra dimensão é trazido junto com os heróis para então confrontarem Shaytan no plano celestial, protegendo assim a deusa Gwenhwyfar.

Ao fim do arco, Feanor oferece à Kouryuu o novo cargo de arcano da justiça, e desde o fim da guerra contra o culto dos condenados, ele voltou ao seu posto de oráculo com o objetivo de proteger a paz do mundo.

HabilidadesEdit

Embora a sua aparição tenha sido significativa durante o arco II, poucas habilidades de Feanor foram reveladas. Entre as habilidades conhecidas, estão:

  • Clarividência

CuriosidadesEdit

  • O nome "Feanor" é baseado em um personagem mítico da mitologia da obra "O Simaríllion" de J. R. R. Tolkien. Curiosamente, o Feanor de Tolkien também é um elfo.

Galeria de ImagensEdit

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