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Code Oak
Avatar-Alter-Ego
Jogador Vittor Hugo
Arquétipo Engenheiro
Raça Humano
Sexo Masculino
Idade 22
Lugar de Origem ?
Nível Atual 5
Status Vivo
Relativos Lyliam(esposa), Evans, Vittor Hugo (Alter-Ego)
 
"O passado não nos define, o que nos define é o que fazemos com ele."
― Code Oak

Code Oak é um dos personagens de Dragon Fantasy Saga RPG, e apresenta o arquétipo de Engenheiro . Sua primeira aparição ocorre no Arco I - "Seja você mesmo" no cenário Elysium.

HistóriaEdit

Sua história começa ao ser enviado pela guilda em uma missão fora de Elysium, onde ele se encontra com Raddos e Dueror. Após sair de Elysium, junto com os outros, ele se depara com bizarros eventos que ocorrem na floresta, como árvores que crescem instantâneamente e fundem-se com aquilo que tocam e hordas de o que parecem ser zumbis.

Após retornarem do Além Muralha, descobre que a antiga guilda estava acabada e que os amigos tinham partido.

Casou-se com lyliam, que o ajuda a cuidar da nova guilda agora.

PersonalidadeEdit

Aparentemente calmo e distante, demonstrou ser criativo e versátil na hora de escapar de alguma situação, mas parece enfurecer-se quando pessoas inofensivas são atacadas.

AparênciaEdit

Veste-se discretamente, sem muitas coisas chamativas. Possui cabelos castanhos, olhos verdes e pele branca com altura de 1,85m. Parece ter perdido quase 30% do corpo com base na quantia de próteses mecânicas que usa no corpo, sendo elas: Seu braço direito (desde a altura do ombro), sua perna direita (desde a altura do joelho) e seu pé esquerdo. Ele também aparenta ter perdido o olho direito (devido ao tapa-olho). Atualmente deixa o cabelo comprido e a barba por fazer, ele alega que "a patroa gosta"

CuriosidadesEdit

Ele aparenta poder ejetar qualquer prótese de seu corpo com força suficiente para lança-las até 10 metros, mas parece que tal habilidade faz com que ele também seja lançado na direção oposta.

Diário de Viagem:Edit

Esta seção mostra as páginas do diário de Code, incluindo pensamentos e conclusões, como também um pouco do passado e da vida pessoal dele.


Entry 00: Prólogo.Edit

 Faz um tempo que nos falamos, certo, pai? Hoje fui informado que fui selecionado para participar de uma missão além muralha...faz muito tempo que eu não saio dessas muralhas....desde aquele dia...Mas não estou preocupado, vamos em um grupo bem grande, cheio de veteranos.

Embora pareça ser uma missão relativamente segura, não consigo tirar as palavras de minha doce Lyliam da cabeça. "Nunca confie em nada lá fora". Não posso esquecer isso, embora naquele dia não ocorrera nada de especial, estas muralhas existem por um motivo e ela já esteve lá fora várias vezes com a guilda....

Minha missão é ajudar meus companheiros de viagem com todo o apoio técnico possível, desde arrumar o motor do carro à manter a integridade dos equipamentos do grupo, nada que eu já não esteja acostumado.

Está ficando tarde...amanhã vou terminar de reparar aquele robô, me despedir de Lyliam e me preparar para a viagem....estou com um mal pressentimento....

Entry 01: Inferno.Edit

Não sei por onde começar, pai! Como Lyliam e Evans concordam em partir para missões nesse lugar? Realmente tivemos sorte naquele dia, pois hoje, mal haviamos começado a viagem já enfrentamos graves adversidades. Inicialmente estava tudo bem, a viagem parecia normal, estavamos em uma caravana de duas picapes e eu estava cuidando de alguns equipamentos para assim poupar serviço - eu era o único Engenheiro na caravana - quando  de repente anoiteceu e um homem começou a falar, ele estava coberto de cicatrizes, disse que estávamos no inferno, o que ele quis dizer com isso? Ele realmente conhecia o Inferno? Parece que não...

Um El'Ziel então se manifesta, mas repentinamente a outra picape é destruída....POR UMA ÁRVORE! Ela parece ter saído do chão e se fundindo com o veículo, antes de podermos fazer algo, a nossa picape começa a capotar, eu consegui sair a tempo, mas parece que bati a cabeça no processo e desmaio. Não sei quanto tempo permanecemos apagados, comigo estão Dueros, um golem negro (do tipo que eu nunca vira antes, ele é baixinho comparado com outros golens) e o El'Ziel de antes, Raddos.

Não demorou para percebermos que estavamos em perigo, afinal, fomos parar dentro de uma cratera, ela parece ter se formado abaixo de nós. Parece que não batemos em algo, afinal, a picape está conosco lá, como também o corpo do homem com cicatrizes, ele parece ter sido assassinado. Porém, com um pouco de sorte, conseguimos escapar, sinto que teriamos morrido se tivessimos permanecido lá. Infelizmente nossos problemas não acabaram por ali, um dos homens que estava conosco na picape apareceu, ele estava todo cheio de sangue e confuso, e em sua mão estava a arma com que matara o homem da cicatriz. Nós três apontamos as armas para ele, eu tentei avisar para ele se afastar, mas ele ignorou, e continuou a vir em nossa direção, não tivemos escolha,  Raddos crava a espada na cabeça dele enquanto Dueror e eu atiramos...ele não morre...o que é ele afinal? Eu, então, atirei novamente, desta vez na cabeça, e mesmo assim ele não parece morrer....nós fugimos, havia outros vindo, tentei atrasa-los com uma granada, felizmente ela surtiu um efeito melhor do que o esperado, incendiando parte da floresta com essas criaturas junto, isso parece realmente conseguir atrasa-los. Haviamos avistado o que pareciam ser algumas casas ao longe, mas quando estavamos quase chegando, percebo que Dueror ficara para trás, tentei ajuda-lo, mas ele conseguiu se livrar sozinho...parece que mordidas não funcionam contra golens...

Procurávamos por algo útil em meio as casas....encontrei somente uma lanterna e algumas ferramentas, entreguei a lanterna para Raddos vasculhar melhor o local. Dueror encontrou um homem, ele explicou que era um publicitário, mas Raddos parecia querer ele morto de qualquer maneira, tivemos um pequeno conflito quando ele tentou matar o publicitário, eu tentei interferir, mas no final das contas ele acabaou morrendo...para um trêm....não, pai, não estou louco, UM TRÊM caiu do céu enquanto decidíamos o que fazer, infelizmente ninguém salvou o homem.... a única coisa que restou foi o braço dele, o qual Raddos não hesitou em retirar a mão...isso ainda me perturba...penso na família dele....ele era casado.

No caminho encontramos algumas rosas roxas, Raddos me alertou para não pisar nelas, elas pareciam venenosas, embora ele tenha colhido algumas, achei prudente ouvi-lo, afinal, alquímia não é o meu forte e você bem sabe disso.

Continuamos nossa fuga, aqueles monstros pareciam ter sido atraídos pelo barulho do trêm, no caminho encontramos dois rapazes, Galeazzo e Len, eles estavam na outra picape, não tinhamos tempo para saber se eles eram amigos ou não, tinhamos que fugir dalí. Galeazzo parece ser um típico riquinho mimado, muito bem vestido e com trejeitos afrescalhados, não gostei dele, Len por outro lado parece ser mais humilde, ele parece ser apenas uma criança perdida, ele afirmou ser filho de um diplomata. Enquanto fugiamos, avistamos este hotel, no meio do nada, nos refugiamos nele e logo percebo que parece estático no tempo. Tentei aproveitar a situação para furtar a mão do publicitário da bolsa de Raddos, fui descoberto, mas antes de acontecer alguma coisa, uma senhora bonachona interviu, ela nos conta um pouco da história deste local, ela nos oferece comida e repouso, nada que possamos recusar, mas vejo que teremos que compensa-los por isso depois.

Antes de irmos para nossos quartos, conversei um pouco com Raddos, ele não parece ser tão mal, talvez ele tenhas seus motivos para fazer o que fez...percebo agora que ele me salvou naquela ora....

Estou escrevendo enquanto me preparo para dormir no quarto que me foi preparado, embora a comida fosse de origem duvidosa ela não estava tão mal, a cama parece confortável e já está ficando tarde...amanhã teremos um dia duro tentando fazer aquilo que essas pessoas não conseguem, voltar para Elysium. Me pergunto o que Lyliam está fazendo....por favor cuide dela, pai...

Entry 02: Sacrifícios.Edit

Aonde fomos parar, pai? Escrevo agora, ainda com o cheiro de sangue queimando minhas narinas, minhas mãos ainda tremem de ódio...aqui é o Inferno...

Estava dormindo quando em meu sonho começo a ouvir um som semelhante a um gemido. Acordei, constrangido pois pensei que estava ouvindo algum casal, mas neste instante Dueror gritou nos chamando, me levantei rapidamente para ver o que estava acontecendo, o som vinha do quarto de Len, lá testemunhei umas das piores atrocidades que se pode imaginar. Len estava preso à cama, correntes o seguravam no lugar ao mesmo tempo que tinha o corpo perfurado e dilacerado por uma gama de apetrechos pontiagudos instalados na cama, ele parecia sob efeito de uma forte ilusão, gemendo e se contorcendo de prazer, mesmo quando deveria estar sentido dor, o seu sangue escorre pelo aparato. Até mesmo Raddos se enoja com a cena...

Nesta ora uma voz disse, "Deixe-o...". Não podia deixar uma criança naquele estado, tentei liberta-lo atirando nas correntes....Não sei se foi o choque ou a tensão do momento, mas meus olhos falharam e quando percebi, havia atirado contra Len...ele pareceu sentir prazer com o ferimento...

Quando a cena não parecia poder se tornar mais bizarra....Tia, a senhora que nos acolhera na anteriormente, aparece saindo de dentro da parede junto com um dos guardas, tentei acerta-los com um tiro, mas a bala não surtiu efeito, ela então nos explicou a situação...cada quarto funcionava como uma cápsula que mantinha a pessoa em um sonho eterno, longe da brutalidade dessa floresta, os moradores passavam então a ser parte da casa, habitando nela e atraindo outras pessoas....porque eu não escutei a Lyliam? Não deviamos ter entrado nesse lugar...

Quanto ao Len, bem, não podiamos salva-lo...ele já estava enfeitiçado....decidimos fugir, mas os habitantes do lugar se recusaram a nos deixar partir. Enquanto desciamos correndo pelas escadas, os habitantes tentavam nos alcançar, ao chegarmos na porta, ela simplesmente desapareceu...

Sem opções e cercado daquelas...coisas...arremessei uma granada que abriu um buraco na parede, levando a outra parte da casa, não tivemos escolha...corremos em direção ao buraco que terminava no que parecia ser uma escotilha, infelizmente não fui rápido o bastante, vendo que ia ser cercado pelos habitantes do hotel, decidi me livrar de uma de minhas próteses para poder chegar a tempo na escotilha, mesmo quase derrubando o resto do grupo eu consegui me salvar...me desculpem companheiros, não podia morrer ali, não naquele lugar, não antes do "grande evento". A adrenalina do moemento me fez rir. 

Conseguimos nos salvar, momentaneamente, pois um dos habitantes arremessou um machado em nossa direção, conseguimos desviar, com exceção de Galeazzo que foi atingindo no ombro, nada sério, sua roupa o protegeu de maiores danos. Avançamos pelo corredor escuro, tendo a lanterna recuperada anteriormente como iluminação.

Percebemos o grupo correndo atrás de nós, eu já havia falhado em fugir antes, não ia falhar novamente, com todo o meu esforço eu consegui fugir, mas percebi que Galeazzo havia ficado para trás..porém, antes que pudesse fazer algo, percebo que ele estava na verdade ao nosso lado. Me pergunto ainda o que foi aquilo...

Mas nossa aventura não parou por aí...o chão desabou debaixo dos nossos pés. Caímos no que parecia ser uma grande sala ritualística, com estátuas esculpidas nas paredes, e o que era pior, sangue....muito sangue..o bastante para encher a sala até a minha cintura com ele....

Percebi então que a casa de alguma maneira se alimentava do sangue daqueles que estavam nela....isso explica aquele aparato em que Len se encontrava....pobre Len....

Raddos acabou encontrando o registro do fluxo do sangue, após fecha-lo, o sangue na sala foi todo drenado, revelando assim um ralo e um homem, bem velho já, lambendo as paredes cheias de sangue. Ignoramos e descemos pela escada que havia no ralo por onde escoou o sangue, Galeazzo incrivelmente se oferece para ir na frente.

A sala abaixo era na verdade um berçário, onde todo o sangue coletado parecia ser direcionado, por meio de tubulações, para uma espécie de mamadeira, em que um bebê se alimentava. Não tinha dúvidas em meu coração, e ainda não as tenho, embora Dueror quisesse manter ele vivo, eu sei que algo daquele tipo não pode continuar vivo, pensei nas vidas que foram tomadas por ele...literalmente...

Sem hesitar, e com a aprovação de Raddos, disparei contra o bebê, matando-o, seja lá o que foi que o colocou ali, vai ter que tentar denovo...

Saimos dali por uma passagem que Galeazzo encontrou na sala, estranhamente ela dava diretamente para a floresta, mesmo a sala estando a dezena de metros no subsolo! Ao sairmos da sala, a porta atrás de nós desaparece, como se nunca tivesse existido...

Com sangue ainda pingando de nós, decidimos continuar nossa viagem. Durante o percurso consegui, com a ajuda de Dueror, pegar um pouco de madeira para fazer um substituto para meu pé, ainda estou com ele, parece estar funcionando bem...

Enquanto caminhavamos, um som familiar nos pegou de surpresa...era o mesmo som que ouvimos quando o trêm caiu sobre nós! Mas desta vez percebemos que se tratava de um barco que caira perto de nós em um lago....escrevo isso como se fosse algo normal...neste lugar deve ser mesmo. Havia um homem desmaiado no barco, bolamos um plano para ajuda-lo, embora Galeazzo não tenha participado...aquele palhaço está começando a me irritar...

Descobrimos que no lago estavam os corpos de milhares de pessoas, e que quando alguém chegava perto dele, era arrastado para o fundo...mas graças ao homem no barco, não perdemos Raddos, que tinha ido resgata-lo. Yatatso é o seu nome. Após as devidas apresentações, ele decide seguir caminho conosco...deve ter percebido os perigos deste lugar. 

Seguíamos para leste, mas o lago impediu nosso avanço, decidimos por outra rota, e após seguir durante um tempo por essa rota, junto de muitos cadáveres, uma das mais belas coisas que poderia haver aqui...UMA NAVE!  Ela não estava funcional, é claro, mas ela podia ser consertada! Junto dela havia um corpo de um missionário morto, ele segurava um manual com tudo que eu precisava saber sobre a nave, incluindo a possível localização das peças faltantes. Dueror se ofereceu para ajudar a conserta-la...ele parece entender sobre mecânica tabém...

Inexplicavelmente um som muito forte veio em minha cabeça, acabei desmaiando, mas não fui o único, todos estavam desmaiados quando acordei. Parece que nada sério aconteceu. Depois de checar a segurança do grupo decidi descançar um pouco e aproveitar para falar com você, pai... Essa floresta é muito quente, isso não faz bem para alguém com um corpo como o meu, mas escrever parece ter tirado essas preocupações de mim, me sinto melhor ja....

Yatatso parece estar acordando...Depois nos falamos novamente...cuide da Lyliam enquanto eu não volto, certo?


Entry 03: A TorreEdit

Olá, pai. Hoje decidimos por consertar a nave, primeiramente o canhão, talvez ele nos proteja em uma emergência. Para isso precisávamos do P.Cannon, que ,segundo o manual, estava no alto de uma torre à uns 2km de distância do acampamento. No caminho até ela nos deparamos com uma cena perturbadora... vários corpos enforcados por cipós, a maioria parecia ser de prisioneiros. Quando tentamos atravessar o local, percebemos que as árvores que atacaram aquelas pessoas, conseguimos no entanto fugir dos cipós que vinham em nossa direção. Cortei alguns deles que vinham em minha direção usando uma espada quebrada que eu havia encontrado no acampamento.

Ao sair do alcance dos cipós, percebemos a presença de uma outra pessoa: Gonzo. Ele parecia realmente poderoso, percebemos pelo enorme número de monstros mortos ao lado dele. Gonzo não parecia querer nos matar, se não já o teria feito. Tentei dialogar com ele e acabei descobrindo que íamos para o mesmo lugar, porém, ele decidiu ir sozinho e então sumiu com um salto muito veloz, como se tivesse propulsores nas botas...isso me deu uma idéia....

De qualquer forma, prosseguimos em direção a torre, mas tudo que víamos eram os rastros que Gonzo deixara para trás, como se um trator tivesse aberto caminho em meio à floresta. Ao chegarmos na torre, percebi que estava tudo muito quieto, e enquanto o grupo procurava por perigos, construi um detector de sinais vitais para que nada nos pegasse de surpresa. Decidimos então entrar na torre, Galeazzo sugeriu que colocassemos armadilhas na entrada, mas talvez aquela fosse nossa única saída também. Me deparei com alguns corpos, tentei ver se havia alguma indentificação ou algo que nos pudesse ser útil...mas não achei nada....mais anônimos mortos neste lugar...sinto pela família deles, talvez Lyliam esteja mesmo fazendo minha cabeça.

Percebi que estava ficando pra trás e me apressei em seguir o grupo pelas escadas. Nos deparamos então com uma porta travada, chequei o aparelho em busca de sinais vitais atrás dela, à pedido de Galeazzo, mas não encontrei nada. tentei encontrar o painel da porta para abri-la, mas ele não estava lá, percebi que as partes fracas da porta eram as travas e então pedi para Dueror destrui-las. Nesse momento percebo que Yatatso e Raddos ficaram impacientes e decidiram tentar subir por um buraco na estrutura do prédio, para isso tiveram que voltar para o primeiro andar. Dueror fica apreenssivo quando vê o corpo de alguém que estava se apoiando na porta, mas decidimos ir em frente de qualquer maneira. O detector começou a apitar...havia algo em baixo de nós! Continuamos correndo, subindo as escadas, encontramos com Yatatso e raddos que tinham conseguido escalar o buraco. Eu sabia que aquele buraco não havia sido causado em uma batalha. Uma minhoca gigante surge do chão, passando pelo buraco... Se Yatatso e raddos ainda estivessem escalando, teriam sido devorados!

O verme desaparece na construção, porém nosso caminho é impedido por uma porta, semelhante à anterior, mas com as trancas já destruídas. Yatatso então destrói a porta com dois cortes muito velozes. Seguimos nosso caminho mas nos deparamos com um imenso buraco que impedia nosso avanço. Do outro lado dele havia uma escada de mão que levava pro teto. Galeazzo e Yatatso se apressam em pular o buraco, mas Galeazzo quase não consegue, sendo salvo por Raddos no último momento. Eu então peguei a corda que guardara anteriormente, amarro uma ponta no meu braço e a outra na minha cintura, Dueror estava pensando o mesmo, sinto que no fundo não somos tão diferentes. Ele então me segura e eu consigo ejetar meu braço em direção à escada, conseguimos atravessar usando a corda de apoio. A escada começou a ceder com o peso do grupo nela, eu rapidamente abri a escotilha e todo mundo cosegue sair.

No topo do edifício se encontrava Gonzo, dormindo. Uma nave ia surgindo do horizonte e acorda Gonzo com o barulho, ele acenou para ela. Raddos pergunta quem estava na nave, apesar de Gonzo não querer responder teríamos essa pergunta respondida de qualquer forma. Aproveitei a chance para pegar o P.Cannos do canhão que estava destruído. Quando a nave se aproximou o sufuiciente, pulou dela um homem muito alto e forte chamado Vargan, ele disse que um tal de Teita estava querendo nos matar. Gonzo por um motivo não parece concordar. 

Enquanto eles discutem, o próprio Teita sai da nave avisando que um outro membro do grupo deles, chamado Garius, quer a mesma coisa. Gariu então sai da nave, confirmando o que o ninja havia dito. 

Não sei o que estava acontecendo, mas Dueror parece querer muito informações sobre eles...Gonzo parece realmente não gostar da decisão do grupo de nos matar, mas acaba entrando na nave de qualquer forma. 

Teita então pede para que deixem ele lutar sozinho, insistindo que ninguém deve conhece-los. Mas ao afirmarmos que não sabíamos quem eram eles, ele simplesmente nos conta que são mercenários e que agora sabíamos quem eles eram...Maldito....Talvez só quisesse matar alguém mesmo...

Dueror se empolgou com a luta e começou a abrir fogo contra Teita, que desviou com facilidade, caindo na ponta do canhão do canhão; Raddos avança contra Teita com as lâminas cobertas de uma energia negra, tentando acerta-lo antes que se recupere, mas Teita desvia novamente com facilidade, desaparecendo do local e quase fazendo com que Raddos caisse do prédio. Yatatso percebe que ele está debaixo do cano do canhão, de cabeça para baixo, e tenta acerta-lo, novamente ele desvia e Yatatsto acaba destruindo o resto do canhão, Raddos pulou para a beirada do prédio para não cair. 

O que não percebemos foi que Teita havia se escondido no mesmo lugar em que aquela minhoca estava...pudemos ouvir apenas seus gritos no interior do prédio. 

Pensávamos que ele tinha sido morto pelo verme, mas quando menos esperávamos ele surge de dentro da escotilha segurando a criatura para usa-la como uma arma...como alguém pode ser tão forte?

Ele tenta acertar Yatatso usando o monstro, mas felizmente o samurai consegue desviar. O verme então explodiu com o impacto, fazendo voar cadáveres mal digeridos e fluidos por todo o lugar. O Teita parecia estar cansado da proeza, tentei acerta-lo com tiro nessa ora, mais por pouco eu acerto ele. 

E então, algo que não parecia ser possível aconteceu...Galeazzo parece invocar garras negras do chão que começam a fatiar o ninja, agora indefeso. Gritos Abissais podem ser ouvidos durante o ataque, o que diabos é Galeazzo?

Teita conseguiu se livrar, mas estava muito ferido e cansado...Vargan tenta destruir o prédio para salvar Teita, mas o ninja se recusa a ser salvo e pede para Vargan segurar a estrutura que estava desmoronando. Dueor tenta acabar com um disparo, mas Teita se recusou a desistir. Ambos trocam golpes no meio do ar, Dueror é atingido e cai de costas no chão, Raddos aproveita para ataca-lo, mas Teita desvia, Yatatsto tenta acerta-lo também e novamente não acerta. Teita então gasta as suas útimas forças para desferir um golpe contra Dueror.

Ele acerta o golem com uma espécie de energia em forma de shuriken, ferindo gravemente Dueror, mas aquele tolo não ia desperdiçar uma chance dessas, ele atira contra Teita à queima-roupa, causando um ferimento mortal...ambos caem incoscientes.

Antes de podermos fazer algo, Gonzo saiu da nave e se dirigiu até Dueror, com uma espada ele atravessa o peito de Dueror, a espada pareceu se tranformar em algo vivo e , injetando algo em Dueror, pareceu cura-lo. Ele repetiu o processo com Teita. O grupo então parte com Teita....

O prédio começou a desabar, não podiamos ajudar Dueror, ele é muito pesado...mas Galeazzo decidiu ficar com ele enquanto fugíamos...ainda me sinto mal por ter abandonado ele...mas não havia nada que eu pudesse fazer...

Felizmente de alguma forma eles sobrevivem, saindo do meio dos destroços...

Dueror parecia ainda muito ferido, acabei fazendo uma muleta pra ajudar ele a andar...estávamos com a parte de que precisávamos e ninguém havia morrido. Ainda consegui recuperar algumas peças em meio aos destroços do edifício para reconstruir o meu pé...

Galeazzo que antes me irritava agora me preocupa...será que é bom termos ele como campanhia....será que eu posso dizer isso depois de abandonar um amigo? 

Estou um pouco confuso ainda, pai. Será que posso chama-los de amigos? Acho que o tempo dirá...

Entry 04: ChamasEdit

Estou cansado deste lugar, pai. Sinto que a cada dia perco um pouco mais de minha sanidade...o que nós viemos fazer aqui? Porquê um lugar como este existe? Estamos aqui à aproximadamente quatro dias...eu acho, o tempo parece correr diferente fora das muralhas, as vezes o dia anoitece abruptamente, as vezes a noite desaparece como se alguém ligasse a luz em um quarto escuro. Passei a contar os dias de acordo com as oportunidade que tivemos para descançar. Hoje nós fomos atrás do E.Balancer, necessário para o funcionamento da parte elétrica da nave. Conseguimos não apenas o E.Balancer, mas também o Combustível necessário para o funcionamento do motor. Ainda consegui achar algumas peças pra montar um pequeno "addon" nos meu pés que me permite correr com mais facilidade.

Olhando para o resultado de hoje, diria que foi um dia produtivo e lucrativo...mas a que preço? Ambos os itens estavam sob posse de um senhor. Ele vivia aqui perto em uma casa de madeira com seus netos. Vivia.

A casa era bem protegida com armadilhas, uma dela quase matou Dueror...sorte que ele é um golem e algumas coisas simplesmente não afetam ele, como dardos envenenados e um alçapão com lâminas no fundo....

...

Acontece que...quando chegamos à essa cabana, Dueror caiu em um alçapão e eu acabei me desesperando...eu já havia abandonado ele antes...não ia fazer isso novamente. Decidimos entrar na casa em busca do dono, encontramos um senhor vivendo com seus netos, ele queria que fossemos embora. Mesmo eu entendendo os sentimentos dele, não podia abandonar meu amig--

Tivemos problemas quando Galeazzo criou uma cópia dos netos e fez de refém...dai pra frente só piorou...

Desculpe a falta de detalhes, pai, mas ainda não estou "bem" para falar sobre isso. No final conseguimos o que queriamos, e Dueror está vivo. O que eu não contava era que Raddos roubaria uma de minhas granadas para jogar dentro da casa...

Claro que eu e Yatatso fomos ver os destroços para saber se havia alguém vivo....mas não achamos nada...

Dueror disse algo que eu me recuso a acreditar...mas que talvez seja verdade...quando retiramos o combustível e o E.Balancer deles...nós os condenamos...talvez Raddos tenha apenas acelerado o processo tornando a morte deles indolor....MESMO ASSIM NÃO É JUSTO! ISSO É DIFERENTE! Havia crianças, pelo amor de Deus! É isso que cerca Elysium!? Realmente a cidade é um paraíso perto disso...

Essas mortes não tiveram sentido...não foi como Auren....eles eram inocentes...eles podiam estar indo embora conosco...mas foram engolidos pelas chamas...

Eu não sei o que fazer....não posso fraquejar, eles precisam de mim para consertar e pilotar a nave...não é apenas a minha vida que está em jogo...Lyliam, pai, me ajudem...acho que vou enlouquecer...

Entry 05: Novas CompanhiasEdit

O dia começou com a descoberta de que Galeazzo havia partido durante a noite, de alguma forma ele conseguiu lidar com toneladas de Raivosos no meio da noite sem que acordassemos. Me pergunto sobre a natureza desse nosso "aliado".

Após terminar de instalar as partes que haviam sido recuperadas, decidi ver o que havia dentro da caixa preta da nave, o que vi me assustou da mesma forma que me afetou minha curiosidade: misteriosos feixes cinzentos envolveram a nave ao mesmo tempo em que parecia desligar o sistema elétrico. A gravação então acaba ai, revelando que possivelmente a queda da nave decorreu em motivo disso.

Enfrentamos muitas coisas no momento, e saber que andamos por ai inapropriadamente armados me incomoda, consegui então convencer o grupo a ir atrás dessa tal espada dentro de uma caverna, mas antes que chegassemos lá, encontramos um homem sendo atacado por raivosos. Fazia tempo que eu não usava uma espada, na verdade, desde aquele dia... Meu golpes acabaram, por conta disso, sendo mais brutais que o esperado.

Após salvarmos o homem, descobrimos que seu nome é Farmas e que ele é um caçador de tesouros e que ele está no além muralha para "catalogar todos os tesouros de Elysium"....ele parece ter um chaveiro de super herói igual ao meu...

Decidimos entrar na caverna que suspostamente abrigava a espada que procuravamos. Sob a liderança de Farmas conseguimos encontra-la, mas ela estava sendo "guardada".

No caso o "guardião" éra um robô pertencente a uma tal de série RK, supostamente de robôs lendários, segundo Farmas. No meio da luta, um rapaz aparece do meio da floresta e acaba atrapalhando os movimentos de RK, o que nos deu alguma vantagem.

Com um esforço conjunto, não apenas conseguimos recuperar a espada, como também conseguimos derrotar o RK, realmente ele era uma máquina de destruição incrível, mas por algum motivo sua "morte" me pareceu triste...

Em sua morte, RK nos deixou uma medalha, segundo Farmas, quando todas forem reunidas, um RK mestre vai aparecer....isso não parece ser bom...

Mas, deixando o RK de lado, aquela espada parece magnífica, queria dar uma olhada nela, mas Raddos está sendo um babaca, nem mesmo Dueror pode ver, o que gerou um pequeno conflito entre eles.....A propósito, o rapaz que atrapalhou RK mais cedo agora está no nosso "grupo", o nome dele é Tar e ele parece viver bem nesse lugar....a pergunta é como?

Logo após nossa "pequena aventura", decidimos ir atrás daquela suposta armadura voadora. Yatatso eu fomos na frente enquanto Dueror procurava por Raddos na floresta, Tar decidiu buscar o Nitro Jet como uma forma de nos agradecer...

Logo após partirmos, encontramos uma série de corpos destruidos, como que dilacerados....mas uma vez uma cena familiar a daquele dia...

Decidimos esperar por Dueror e Raddos. Quando avançamos encontramos a armadura sozinha, cercada apenas dos corpos dilacerados, que mais tarde descobrimos terem sido mortos por ela mesma.... no instante em que Dueror se aproximou dela, ela envolveu o corpo dele e então começou a comprimi-lo.....por sorte Yatatso conseguiu livrar o Golem a tempo....

No fim, juro ter visto a armadura se fragmentar em algum tipo de energia maligna. Um objeto como aquele não pode existir. Ao retornar, encontramos Tar brincando com o Nitro Jet....aquilo é pesado pra caramba, ele REALMENTE é forte.... 

Neste exato instante estou escrevendo dentro do cockpit da nave, decidimos descançar um pouco depois desse dia puxado..... Yatatso dorme na cadeira do co-piloto enquanto Raddos e Dueror dormem lá fora, Tar está lá com eles enquanto Farmas se abriga conosco na nave....

Como de costume, sou o último a dormir....isso me faz pensar em várias coisas....o que meu pai acharia de mim agora? Como irei contar a Lyliam que por minha causa crianças morreram....o que Evans me diria para fazer? 

Bem....acho melhor não pensar nisso....

RankingsEdit

As estatísticas de Code são:

  • 70 Honor-Points Pontos de honra

Títulos obtidos:Edit

  • Voluntário Code Oak

Fan ArtsEdit

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